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Manutenção corretiva

Manutenção executada depois que um ativo já falhou ou parou de funcionar como esperado. Também chamada de manutenção reativa ou 'run-to-failure' (operar até a falha).

A manutenção corretiva (também chamada de reativa) é o trabalho que acontece depois que algo quebra. Um motor falha, uma esteira para, uma bomba vaza — e um técnico é despachado para consertar. Não há programação, não há planejamento, só resposta.

Toda equipe de manutenção faz algum trabalho corretivo. A pergunta é quanto do total. Operações maduras puxam essa proporção para baixo investindo em manutenção preventiva e preditiva, porque o trabalho corretivo é caro de três formas:

  1. Tempo fora de serviço: o ativo fica parado enquanto a falha é diagnosticada e reparada.
  2. Mão de obra: chamados de emergência atrapalham o resto da agenda e frequentemente exigem hora extra.
  3. Peças e danos colaterais: uma falha inesperada muitas vezes danifica componentes adjacentes ou causa problemas secundários.

O consenso da indústria é que um reparo de emergência custa aproximadamente 3-5 vezes mais do que o mesmo reparo feito durante manutenção planejada.

Quando manutenção corretiva é a escolha certa

Nem todo ativo vale a pena manter de forma proativa. Para itens de baixa criticidade que são baratos de substituir e falham sem disruptar a operação (uma luminária de mesa, um sensor não crítico), operar até a falha é racional. O custo de prevenir a falha supera o custo da falha em si.

A arte de um programa de manutenção é decidir quais ativos recebem atenção preventiva e quais podem ser deixados para falhar por conta própria.